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  • Foto do escritorAlexandre Netto

Conheça os principais biomarcadores do OCT para DMRI: Uma lista para entender essa tecnologia

A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é uma das principais causas de perda de visão em pessoas com mais de 50 anos. A detecção precoce e o tratamento adequado são essenciais para minimizar o impacto dessa doença na visão do paciente.


Neste post, apresentaremos uma lista com os principais biomarcadores do OCT (tomografia de coerência óptica) para DMRI. Acompanhe!


Drusas


As drusas são depósitos amarelados que se acumulam na retina e podem ser indicativos de DMRI. A presença e o tamanho das drusas, bem como sua distribuição na retina, são informações importantes para o diagnóstico e acompanhamento da doença.


Atrofia do epitélio pigmentar (EPR)


A atrofia do epitélio pigmentar é caracterizada pelo afinamento ou perda dessa camada de células na retina, que pode levar à forma seca da DMRI. A identificação dessa alteração no OCT é fundamental para o diagnóstico e acompanhamento da doença.


Neovascularização coroidal


A neovascularização coroidal é a formação de novos vasos sanguíneos na camada coroidal da retina, um sinal da forma úmida da DMRI. A identificação desses vasos no OCT é crucial para o diagnóstico e tratamento adequado da doença.


Espessamento retiniano e edema intrarretiniano


O espessamento retiniano e a presença de edema intrarretiniano são sinais de inflamação e podem indicar a progressão da DMRI úmida. A análise dessas alterações no OCT auxilia no monitoramento da doença e na escolha do tratamento mais adequado.


Hemorragias subretinianas


As hemorragias subretinianas ocorrem quando os novos vasos sanguíneos da neovascularização coroidal rompem, causando sangramento sob a retina. A detecção dessas hemorragias no OCT é importante para o diagnóstico e tratamento da DMRI úmida.


Descolamento do epitélio pigmentar (DEP)


O descolamento do epitélio pigmentar é uma alteração característica da DMRI úmida e ocorre quando há separação entre o EPR e a camada de Bruch. A identificação do DEP no OCT é fundamental para o diagnóstico e tratamento da doença.


A tecnologia do OCT e a identificação de seus biomarcadores são fundamentais para o diagnóstico e acompanhamento da DMRI. Conhecer esses biomarcadores é essencial para compreender a evolução da doença e garantir um tratamento adequado. Consulte seu oftalmologista regularmente e mantenha a saúde dos seus olhos em dia.

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